As convicções antes de ser mãe

30 de outubro de 2012 34 comentários
Sempre tive algumas certezas do que eu iria ou não fazer quando eu tivesse um filho (a) e o mais engraçado é que eu julgava algumas atitudes de algumas mães, e hoje eu me pergunto como uma pessoa tão ignorante em relação ao assunto poderia afirma algo com tanta certeza? E essa era EU!

Uma das minhas asneiras ditas foi, eu nunca vou dar chupeta ao meu filho e defendia essa idéia com unhas e dentes, depois que Heitor nasceu tive tantas duvidas se deveria ou não usar, pedi conselhos e acabei que ofereci!

Outra era que não iria oferecer doces antes de 1 ano, tudo balela. Quando vi aqueles olhinhos compridos em cima do que eu estava comendo não resisti e não resisto! Por conta disso venho tentando melhorar minha alimentação.

Entre todas minhas auto-afirmações, a pior era julgar uma mãe. Acreditar que tudo tinha a ser perfeito no bebê e se algo saia fora eu detonava a mãe, nos meus pensamentos, é claro! "Como pode isso...", "Como pode aquilo...", "Olha a unha desse bebê"! Só agora sei as peripécias de se tentar manter nossos preciosos nos "trinks".

Bom eu poderia citar diversas coisas e diversos julgamentos que já fiz, mas o que acho importante de compartilhar com vocês é que a maternidade me vez repensar valores, me tornou mais humana, hoje eu penso como e porque, me coloco no lugar do outro antes de julgar ou criticar qualquer situação, e o mais importante me aproximei mais Deus, hoje eu rezo como nunca rezei, sempre com o pensamento voltado para meu pequeno.

A maternidade me fez muito bem, me fez um ser humano melhor.

Filhos!? Eu recomendo!


Forte abraço de mamãe ursa!


34 comentários:

  • Jackie disse...

    Ótimo post, eu posso dizer que eu era uma mãe perfeita até meu filho nascer kkkkkkkkkkkkk sim, nos meus devaneios eu seria ótima, mas depois que ele veio, eu tive que lidar com coisas que nunca tinha lidado, apesar de ter ajudado a criar minha prima e meus afilhados, o meu filho até hoje dá mais trabalho que todos juntos, e muitas coisas que achei feio nos outros o meu filho faz ou muitas coisas que eu não permitiria, acabei por permitir.
    bjusssssssssssss

  • Carol Meoli disse...

    Lindo post amiga...
    Pois é, tem muito disso mesmo. Eu sempre fui " a favor" da chupeta. Uma porque desde criança acho a coisa mais linda bebê de chupeta. E levei na mala pra maternidade a chupeta da Babi, e ela pegou lá mesmo.
    Tem muitas outras coisas que a gente fala que nunca ia deixar se fosse meu filho... Pois bem, eu sempre "odiei" criança que bate na mãe. A Babi teve uma fase muito triste, que queria me bater sempre quando ouvia um NÃO! E aí era hora de ser firme, olhar nos olhos e dizer que não pode fazer aquilo que é feio!!!
    Tenho vários exemplos de coisas que eu sempre falei de outras crianças da família, mas eu paguei a lingua bonito... kkkkkkk

    Beijos

  • Ivna Pinna disse...

    A maternidade é transformadora por isso, aprendemos a enxergar o outro de uma maeira diferente mesmo! Na prática não conseguimos fazer metado do que queriamos! hahaha
    E eu tbm te aproximei muito, muito mais de Deus!!!


    Beijos

  • Rafaela disse...

    Muito bom o seu texto, eu tbm pensava que ser mãe era fácil e mentalmente culpava as mães por tudo... ahahah, caiu bem na cara, hoje me vejo fazendo coisas que julgava antes.
    Fácil é julgar difícil é estar lá e fazer =)
    Bjus

    Rafa
    Rafaelando

  • Mamãe Monalisa disse...

    Esse final de semana eu tava conversando justamente isso com uma amiga que tbm tem uma filha... como a gente muda depois delas, não é?

    Fazíamos tantos julgamentos ao ver os filhos dos outros... e hoje eu "pago a língua", mas de uma forma muito feliz!

  • Michele Camargo disse...

    Ahh Gleysa é normal do ser humano fazer esses tipos de julgamentos, claro q devemos nos policiar tmbém, para acabar não "pagando" com a língua, eu msmo sempre detestei criança birrenta que se joga no chão ou coisa do tipo, mas hj com meu filho fico pensando e se ele fizer isso como será??

    bjss parabéns pelo post!!
    http://historiadeumamae.blogspot.com.br/

  • Brenda Kayene disse...

    É bem assim mesmo...
    Eu sempre tive em mente que eu e meu marido decidiríamos o que fazer para o nosso filho e assim estamos seguindo.
    O que eu aprendi depois, foi não ter mais vergonha em falar NÃO, principalmente pra quem acha que sabe mais do meu filho do que eu.

    Ah, vim aqui agradecer o selinho que ganhei!! Só deu pra responder agora, mto obrigada Equipe MR!

    Beijos!!!

  • Cristiane Lima disse...

    É isso mesmo, ser mãe é mudar de conceitos, uma reviravolta total!! Nossa como já me vi fazendo com o Joseph coisas q criticava antes... eita!! bjss
    http://cphilene.wordpress.com/

  • Gleysa Lopes disse...

    Obrigada!!
    Eu tb odeio isso de bater...acho que toda criança passa por essa fase, e como e dificil eles entender que não pode, minha tecnica é falar isso não tem que fazer carinho, dai logo em seguida ele faz...rsrs

    Bjs

    Gleysa

  • Renata Diniz disse...

    Gleysa! Muito ótimo seu post! Eu me identifiquei, principalmente, sobre a questão dos "trinks" e do aproximar de Deus. Hoje sou muito mais temente a Deus do que antes. E quando vejo uma criança despenteada, por exemplo, eu compreendo. Adorei! Beijos!

  • mundodepalavras disse...

    Ótimo post! Eu também pensava em como eu seria e o que faria. E lógico e hoje tudo é diferente. Às vezes penso que antes de ser mãe eu não sabia de nada e tudo passou a ter um outro sentido depois da maternidade! bjs Camila Vaz

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