Daltônico, será que meu filho é?

23 de janeiro de 2014 5 comentários


A discromatopsia, mais conhecida como daltonismo, é uma perturbação da visão que afeta a forma como as pessoas vêem e distinguem as cores: desde a troca de cores, à dificuldade de distinção entre as mesmas, passando ainda pela visão acromática. Embora não seja uma doença ou uma condição limitativa, é importante saber o que é o daltonismo e como diagnosticá-lo, para saber viver num mundo menos colorido.


O daltonismo foi descoberto em 1794 e estudado intensamente por John Dalton, um físico e químico inglês que era ele próprio daltônico. Por norma, esta é uma condição genética, no entanto, também pode ser o resultado de uma lesão ocular ou de origem neurológica. Geneticamente, esta perturbação está mais associada ao sexo masculino do que ao feminino, sendo que cerca de 8% a 10% dos homens são daltônicos e há apenas uma rapariga daltônica para cada dez rapazes.

Como é que os daltônicos vêem?

Os nossos olhos contêm dois tipos de células – os cones e os bastonetes – que são os responsáveis pela transformação da luz em impulsos elétricos, o que nos permite identificar as cores. Os cones têm um papel fundamental, não só porque são responsáveis pela visão diurna e pela distinção das diferentes cores; mas principalmente porque existem três tipos de cones que correspondem precisamente às três cores primárias (vermelho, azul, verde) e às suas variações. Quem é daltônico, ou não possui estes cones ou então foram alterados, devido a algum tipo de lesão. Para perceber melhor como é que o daltonismo afeta a percepção das cores, consulte este site.




De acordo com um oftalmologista, é comum que o problema passe despercebido nos três primeiros anos de vida, quando a criança tem dificuldades de se expressar. “Geralmente pais e educadores começam a perceber a deficiência durante a execução de atividades escolares mais complexas, quando já é exigido que a criança discrimine cores, objetos  e formas”, observa. A indefinição de cores, sequências de cores ou de tonalidades específicas são as primeiras pistas de que a criança pode ser daltônica.
Após a suspeita do problema, é preciso consultar um oftalmologista, que irá aplicar os testes necessários. A criança deve passar por um exame oftalmológico completo que,  entre outras funções, inclui a avaliação do senso cromático. Atualmente, a maioria dos testes realizados aplica-se a crianças a partir de três anos e trabalha com sequências de cores e números, que exigem conhecimento prévio para nomear os elementos.. Fontes: www.pequenada.com
www.opiniosa.com.br
www.ehow.com.br


5 comentários:

  • Genis Borges disse...

    Já tive um aluno daltônico e era diferenciado também a avaliação dele, ainda mais que era um período em que eu ensinava as cores em inglês...rsrs
    Não sabia de todas essas coisas.
    Bjus

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